A série Fallout retorna após um hiato de 10 anos, agora pelas mãos da Bethesda. Criar uma continuação para uma das franquias mais queridas entre os jogadores hardcore, ainda mais quando os episódios anteriores estão cercados pela nostalgia, que sempre melhora a impressão que está gravada na memória, não é tarefa fácil. Felizmente, a Bethesda estava à altura da missão e nos presenteia hoje com Fallout 3, um dos melhores jogos desse final de ano tão rico em lançamentos de alta qualidade.
Dias de um futuro distópico
A ambientação de Fallout 3 não é apenas o futuro dos EUA após uma guerra nuclear. É uma versão apocalíptica do futuro imaginado nos anos 50, quando as bombas cairam. Rôbos e carros nucleares de design retrô convivem com computadores simplórios, baratas gigantes e mutantes assassinos. Nas Vaults, abrigos nucleares lacrados na década de 50, comunidades seguem suas vidas tentando evitar o mundo exterior. O que há lá fora é uma versão mais perigosa de Mad Max, aonde sobreviver ao dia-a-dia na superfície é uma tarefa árdua.
Além de ocupar lugar de destaque em diversas áreas, os nerds de hoje também se relacionam e em alguns casos, até procriam. Agora é cool ser nerd.
Então, para não ficar de fora, conheça a novas terminologias para classificar os relacionamentos:
FICANTE —> Versão Alpha NAMORADA —> Versão Beta NOIVA —> Versão Trial ESPOSA —> Versão Registrada AMANTE —> Versão Crackeada SOGRA —> Vírus Trojan Horse
No romance “The B.F.G.”, de Roald Dahl, o personagem principal, um gigante amigável, captura sonhos em jarros de vidro. Na Universidade Estadual da Pensilvânia, um professor de engenharia capturou, em filme, algo menos inusitado mas igualmente efêmero – uma tosse.
As imagens, publicadas online em 9 de outubro pelo “New England Journal of Medicine”, foram obtidas pela fotografia schlieren, que “pega um fenômeno invisível e o transforma num quadro visível,” disse o professor, Gary Settles, que é diretor do laboratório de dinâmica de gás da universidade.
A fotografia schlieren é um processo desenvolvido para visualizar regiões de diferentes densidades num gás ou líquido, fotografados como sombras.
Uma pesquisa de cientistas da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, sugere que segurar uma xícara com bebida quente aumenta a sensação de confiança da pessoa em relação a estranhos.
De acordo com o estudo publicado na revista “Science”, os voluntários que participaram da pesquisa e seguraram uma xícara com bebida quente apresentaram uma tendência significativamente maior de avaliar outras pessoas como calorosas.
No teste, 41 voluntários tiveram que segurar uma bebida enquanto eram levados de um corredor para um laboratório.
Em seguida, foram orientados a ler a respeito de um personagem de ficção e avaliar o quanto o personagem era “caloroso” ou “frio”, em uma escala de um a sete.
Repasso a vocês um e-mail que recebi com a relação de algumas doenças, e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. Reflita, vale a pena tentar evitá-las:
AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocadas. ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo. APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom. ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem. ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo. ASMA: Sentimento contido, choro reprimido. BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões. CÂNCER: mágoas profunda, tristezas mantidas por muito tempo. COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria. DERRAME: Resistência. Rejeição à vida. DIABETES: Tristeza profunda. DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga. DOR DE CABEÇA: Autocrítica , falta de auto valorização. DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente. ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista. FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro (a). FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer. GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação. HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado. HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças. INSÔNIA: Medo, culpa . LABIRINTITE: Medo de não estar no controle. MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio. NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido. PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo. PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida. PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido. PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo. PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente. PULMÕES: Medo de absorver a vida. QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução. RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
Mais uma pesquisa para alimentar a polêmica se a Web é como a TV e “deixa burro, muito burro demais”, como diz a música, ou se ela exercita a inteligência. Pesquisadores da UCLA (Universidade da Califórnia de Los Angeles) concluíram que fazer buscas na Internet pode estimular e ajudar a melhorar o funcionamento do cérebro mais do que ler um livro. Eles notaram que buscar na web desperta centros no cérebro que controlam a tomada de decisões e o raciocínio complexo em adultos de meia-idade e idosos. No entanto, o estudo conclui que essa maior atividade dos neurônios só acontece em pessoas que já estão familiarizadas com a experiência de Internet.
O chocolate foi levado do México para a Europa no século XVI. Os invasores espanhóis se encantaram com o chá desta planta, se surpreenderam menos com o seu gosto e mais agradavelmente com os seus outros efeitos. O gosto amargo foi contornado adocicando o cacau conforme o gosto de cada um.
Desde cedo, aconteceram surpresas com o chocolate, o que continua acontecendo até os nossos dias. A primeira indicação terapêutica do chocolate veio quando descobriram que ele ajudava aos asmáticos nas suas crises, e a última surpresa agradável vem agora da Alemanha, onde um estudo muito bem conduzido chegou à conclusão que o chocolate é útil no combate à hipertensão arterial e na prevenção de doenças isquêmicas decorrentes da elevação da pressão arterial.
Dermatologistas britânicos alertam que o uso excessivo de telefone celular pode causar urticária na face e na orelha dos usuários por causa de uma reação alérgica ao metal utilizado na fabricação do produto. Segundo os especialistas da Associação Britânica de Dermatologistas, o níquel encontrado nos celulares e nas capas de proteção do telefone causam alergia em algumas pessoas. O níquel é usado nos aparelhos, capas de proteção e botões, especialmente nos modelos mais novos e modernos.
A reação alérgica está sendo chamada de “dermatite do celular”. Os especialistas alertam que, já que a condição foi identificada recentemente, muitos casos permanecem sem tratamento e recomendam que as pessoas e médicos prestem atenção com urticárias que venham a aparecer na região da face. A reação alérgica ao níquel é a alergia de contato mais comum na Grã-Bretanha e atinge cerca de 30% da população. As mulheres seriam mais suscetíveis a desenvolver a dermatite do celular, pois têm mais chances de já terem sofrido reação ao metal por causa do uso de acessórios fabricados com níquel.
A maratona dos vestibulares está para começar e se você está entre aqueles que pretendem passar cada minuto do dia com a cara enfiada nos livros, pare, respire e leia os conselhos de um especialista em cérebro humano. O neurocientista Wilkie Wilson afirma: o descanso é fundamental. Ele dá dicas para você tirar o melhor proveito do seu estudo. Não é estudar mais, é aprender melhor.
Wilson explica que embora os cientistas não saibam explicar totalmente por que os jovens aprendem com mais facilidade que os adultos, ele acredita que tenha algo a ver com a novidade de todas as experiências. “O cérebro ama coisas novas”, afirmou ele ao G1. Além disso, adolescentes são mais emocionais e a emoção “ajuda a guardar memórias”. “A química cerebral deles também pode ser um pouco diferente, de uma maneira que promova o aprendizado”, diz o pesquisador.
O cientista trabalha na Universidade Duke, onde lidera um projeto que visa ensinar os jovens a “regular” adequadamente a mais importante máquina que está a sua disposição: o cérebro. “Queremos mudar a cultura do nosso país, e talvez do seu também, para que as pessoas comecem a respeitar e cuidar do cérebro, principalmente o de nossas crianças”, afirmou ele.
Curtir a vida nunca exigiu tanto esforço. Desde que Dave Freeman e Neil Teplica publicaram o livro Cem Coisas para Fazer Antes de Morrer, em 1999, listas do tipo vêm criando um sem-fim de obrigações a ser cumpridas antes que soe a hora final. Tem até uma lista dos cinqüenta peixes a ser pescados. Freeman morreu em agosto, de acidente (aos 47 anos e tendo completado metade da lista), mas legou a permanente sensação de que sempre falta fazer alguma coisa importante. Para amenizarem a frustração, três livros recentes listam o que não fazer antes de morrer. Os títulos, claro, não variam muito: 101 Coisas para Não Fazer Antes de Morrer, do americano Robert Harris, Não Ligo a Mínima – 101 Coisas para Não Fazer Antes de Morrer, do inglês Richard Wilson, e Cai Fora! 103 Coisas para Não Fazer Antes de Morrer, do inglês Sam Jordison. “Eu, que ainda não cheguei aos 40 anos, vi as listas do que fazer e tive a sensação de que nunca iria conseguir. Primeiro fiquei meio deprimido. Depois percebi que era ridículo e decidi livrar as pessoas desse tipo de opressão”, brinca Jordison, que é crítico literário do jornal The Guardian. Resumindo, não se mate se você não conseguir: