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Dead Space

Nossa, esse jogo me parece ser Imperdível !, Para Xbox360 e para PS3 o mesmo já fora lançado, já para PC só no dia 20/10/2008, uma semana após este post;

Para entender um pouco a história, traduzi o começo do review da Gamespot :

” O gênero de Terror está cheio de games em que você está isolado em um ambiente cheio de monstros, e Dead Space não é uma excessão. Mas do momento em que o coração começa a bater até o final de arrepiar, ficou claro que algo é único nesse jogo. Com seus gráficos perturbadores, uma história profundamente complexa e seu sistema de combate de desmembramento totalmente inovador, Dead Space é o Melhor da sua Classe, ultrapassando outras tentativas, e fazendo o jogo se tornar modelo padrão para a análise de jogos de Terror.

Quando a ” Concordance Extraction Corporation ” perde seu contato via rádio com sua nave no planeta (a USG Ishimura), o engenheiro Isaac Clarke é despachado numa missão de rotina para reparar o mecanismo de comunicação. Entretanto, Clarke também está numa missão própria, pois recebeu recentemente uma mensagem criptografada de Nicole Brennan, uma oficial médica que trabalha abordo da Ishimura. Então ele tenta voltar a nave para descobrir o significado da estranha transmissão. Infelizmente no momento em que ele aparece na nave em ruinas fica óbvio que algo terrível aconteceu.. “

É isso aí ! Confira os vídeos e imagens selecionados por mim :

Let’s Tap [Wii]

“Depois de 25 anos fazendo jogos, cheguei a um título que não se mexe no controle”. É com essa frase que Yuji Naka, um dos criadores de “Sonic” e “NiGHTS” define seu game, aquele que “até pingüins podem jogar”. De fato, “Let’s Tap” tem uma proposta interessante: nele, o jogador não toca no Wii Remote; o dispositivo é usado para captar vibrações.

Nesse game, o controle do Wii é deixado de cabeça para baixo sobre uma caixa, cujo modelo oficial tem dimensão de cerca de 15 por 20 centímetros e firmeza de uma embalagem de cigarro. Nessa circunstância, o que o usuário faz é dar toques na caixa, e a vibração é transmitida ao controle. A mecânica de jogo depende do minigame escolhido.

“Let’s Tap” é uma coletânea de games simples, e a demonstração da Tokyo Game Show trazia apenas a modalidade “Tap Runner”, que, basicamente consiste em competir numa corrida de obstáculos. A mecânica não tem nada de novo: como no longínquo “Decathlon”, do Atari 2600, ou “Track & Field”, originário dos fliperamas, corre mais quem se mexer mais. No caso de “Let’s Tap”, uma das estratégias mais eficientes, segundo as promotoras da Sega, era de “dedilhar” sobre a caixa. Além disso, com toques mais fortes, o personagem pula. No nível mais intenso, o salto passa a ser bem alto, mas, em compensação, sacrifica-se distância.

Esses pormenores das ações fazem sentido quando aparecem os obstáculos, como barreiras (como aquelas do atletismo), esferas eletrificadas e as mais variadas plataformas. Além disso, existem argolas em que, quando alcançadas, dão um grande impulso ao personagem, como em “Sonic”. Ainda há a travessia sobre cordas – é preciso controlar a intensidade do toque nesta parte – e o enchimento de balão. Nessa demonstração, apenas com um minigame, a proposta de controle através de toques na caixa se mostra apenas uma idéia excêntrica, sem o ineditismo se converter em diversão.

No entanto, a demonstração técnica do game permite vislumbrar mais possibilidades. Numa das cenas, os toques produzem vibrações na água de um lago, e, dependendo do ritmo, pode-se chamar vários tipos de peixe. A mesma fórmula é usada no modo de fogo de artifício, em que formas especiais aparecem no céu depois de combinar toques fracos, médios e fortes, além de pausas. No vídeo também foi mostrado um jogo rítmico, que consiste em batucar na caixa no ritmo e força certos.

Fonte : Akira Suzuki (Em Tóquio)

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